segunda-feira, 7 de novembro de 2011


 Sim, eu ainda posto aqui, minha gente.

 Ando um tanto quanto atrapalhado entre jogos, ultimo semestre da faculdade e vida pessoal. Eu diria que os jogos não atrapalham em si, mas eu os uso para atrapalhar a atrapalhação dos outros dois, se é que me entendem. O ultimo semestre atrapalha mais com suas chatices do que com seus trabalhos, enquanto a vida pessoal, eu diria que apesar de eu ter quase nenhuma, atrapalha bastante até.

 É possível que haja mais dessas pequenas alternâncias entre os postes, já que não me dedico inteiramente ao blog, e por isso peço desculpas.

 Comprei finalmente um PSP, o único console do qual pude dispor com o dinheiro economizado que tinha; não me arrependi em nada por ter comprado ele, é sem dúvida um ótimo portátil. Caso saibam de bons jogos para o console, indiquem para mim nos comentários (Os jogarei quando puder e falarei minha opinião aqui mesmo, em algum poste). E sim, finalmente, porque não compro qualquer console desde dezembro de 2004, um ano após os Playstation 2 americanos começarem a serem vendidos no Brasil e 5 anos antes do lançamento oficial no país pela Sony, em outubro de 2009.
 No tenho alguns games e pretendo comentar alguns deles aqui mais para frente; dentre os games estão Little Big Planet, Dissidia Duodecim 012, BlazBlue Continuum Shift 2, entre outros.. E alguns japoneses tais como Queens Gate Spiral Chaos, Criminal Girls, Monster Hunter Portable 3rd e mais.

 Pretendo sem dúvida adquirir um PSP Vita, mas até segunda ordem este desejo estará em minha lista de sonhos surreais. Para os que se perguntarem se sou um sonysta, posso responder com certeza que não, quando mais novo, tive um Atari(do meu irmão), MegaDrive(do meu irmão) e um Nintendo 64 no ambiente fixo e tive um GameBoyColor e um GBAdvanced, mas era fã mesmo do Super Nintendo dos meus primos.

 Bom, voltarei aos meus trabalhos de faculdade por hora, espero que tenham um ótimo dia, semana e fim de ano. Termino com uma frase de minha autoria que postei no facebook outrora:

 -Life, something very important, but nothing new or needed.